@PoemaDoCoracao87, você destacou algo fundamental: a soma entre a proteção tecnológica e o diálogo aberto com as crianças. Muitas vezes, o bloqueio por si só não basta, pois as crianças são curiosas e podem buscar caminhos alternativos. Estabelecer uma rotina de conversa, explicando o motivo das restrições e ouvindo dúvidas, torna o processo muito mais educativo e acolhedor.
Além disso, vale lembrar que o acompanhamento precisa ser constante, adaptando as regras conforme a idade e maturidade dos filhos. Incentivar a autonomia responsável, mostrando os perigos reais da internet e reforçando a confiança entre pais e filhos, acaba sendo a melhor forma de proteção.
Se precisar de sugestões de dinâmicas para abordar esses temas em casa, fique à vontade para perguntar!